Crianças sem valores e limites!

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Crianças sem valores e limites!

Na era moderna, é comum vermos crianças sendo levadas a exercerem papéis e hábitos que nem seu corpo nem sua mente estão preparados. Outro dia em uma emissora de televisão foi exibida uma reportagem sobre o beijo, mostrando que crianças a partir dos 5 anos já iniciam o primeiro beijo na boca.

É claro que nessa idade sequer elas compreendem o significado do beijo, mas essa realidade gera preocupação. Até que ponto, reportagens como essa ajudam a criança? O beijo é o início de uma relação sexual. Quando se trata de descobertas da criança, deve-se levar com naturalidade, mas aconselhá-las.

Não adianta fecharmos os olhos para uma realidade que está patente aos olhos de todos: o homem tem perdido sua identidade, seus valores, e muitos pais se conformam dizendo: “temos que acompanhar as mudanças do mundo moderno”. A conformidade é traço de quem diz: “não tem jeito mesmo, melhor me adaptar”. Mas tem jeito sim. Princípios que recebemos dos nossos pais, devem se estender pelas futuras gerações. Valores como obediência, honra aos pais, disciplina, respeito, devem ser mantidos. É mais fácil ser levado pela maré, do que nadar contra ela. Que tipo de herança estamos deixando para nossos filhos?

Filhos sem limites, futuros adultos frustados 

Crianças que crescem sem limites, serão adolescentes extremamente problemáticos. E adultos frustrados e sem caráter.

Criar um fiho já não é fácil, mas educá-lo é muito mais desafiador. Isso irá requerer dos pais, não apenas conselhos, mas exemplos de vida no dia-a-dia, dedicação para aconselhamento, para diálogos, para ensiná-los sobre sexualidade, respeito, amizade, e isso requer tempo, o que parece que os pais atualmente não dispõem. Devido a isso, e outros fatores, a depressão infantil, é cada vez mais comum.

Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, grande parte das nossas crianças são criadas por babás, avós, e isso faz com que os pais, para compensarem sua falta na vida diária da criança, fazem todas as suas vontades e compram tudo o que podem para elas.

Outro fator que tem influenciado as crianças a hábitos e costumes degenerados são as novelas, voltados ao público adolescentes, onde estes passam de mão em mão com a maior naturalidade, e termos como “ficar”, “BV” (boca virgem), “BVL” (boca virgem de língua), são linguagens que crianças começam a ouvir desde cedo e quando estão na pré-adolescência querem exercer atitudes de adultos, sem estarem preparados.

A internet, através de sites de relacionamentos que viraram febre, também tem todo tipo de categorias que as crianças ficam expostas se quiserem entrar. E isso tudo sem o conhecimento dos pais.

Pais que mentem ou têm atitudes dúbias ou contraditórias, não têm autoridade para exigir nada. Quando a criança se acostuma a ouvir a verdade ela se habitua a dizer a verdade também. A transparência na relação entre pais e filhos é imprescindível. Mentiras geram homens fracos e mentirosos. Verdades geram homens corajosos e confiantes. Não tenha condutas que reprovaria neles. Eles são nossos espelhos e refletem nossas condutas.
Assuma com convicção o seu papel dentro da família. Pai é pai. Mãe é mãe. Filho é filho. E não existe possibilidade de troca de papéis. Filho não é confidente da mãe nem coleguinha do pai. Não importa nem mesmo quem vai assumir o papel de pai ou de mãe, mas que alguém o faça de forma clara! Deixe para ser confidente de seus filhos quando eles já forem adultos.
Infelizmente, com a “evolução”(?!) da nossa sociedade, houve uma inversão total dos papéis. Hoje são os filhos que mandam na casa, que ditam as normas, que estabelecem as regras, os horários; que negociam as notas do colégio, que manipulam, que subornam, que compram indulgências.

Por excesso de zelo, de medo de errar, os pais vivem coagidos pelos filhos. Por excesso de cuidados, não sabem mais como agir, são incapazes de assumir a autoridade e, principalmente, a autenticidade de seus sentimentos. E esta, talvez, seja a chave da felicidade familiar: a autenticidade dos sentimentos. Ninguém mais ousa expressar sua raiva, sua indignação, seu descontentamento. Para tudo se tem uma justificativa mal arranjada. Os filhos são sempre inocentes, e os pais, eternos culpados. Erramos? Sim. E muito! Erramos em não saber gritar de vez em quando e mostrar quem é que manda nesta casa. E erramos infinitamente mais em confiar mais nos manuais e nas opiniões alheias do que no nosso amor. Quem acredita na força do seu amor não tem conflito educacional nem existencial, deixa que os cães ladrem e a caravana passe.
Quando a criança tem claro para si os papéis e os limites de cada um, ela sabe exatamente até onde pode ir e onde deve parar. Arriscar e buscar o novo, não só é bom, como é essencial para o crescimento saudável da criança e para o desenvolvimento da maturidade e da autonomia do adolescente. Entretanto, só pode levantar altos vôos a ave que sabe os riscos que corre ao sair do solo. E para isso, ela foi treinada para reconhecer seus próprios limites. Quem não tem consciência dos próprios limites, se atira no primeiro precipício da vida.

Em um Shopping de uma cidade do interior da Bahia, por exemplo, já existem, segundo a delegada da infância, pontos de prostituição infantil, gangues de crianças a partir dos 9 anos. E os pais dizendo-se modernos, deixam seus filhos nesses lugares sem a mínima preocupação. Meninos de 10 anos no estacionamento do Shopping bebem vodka pura.

Segundo essa delegada, que tem três filhos, entre 8 e 14 anos, o termo “mico” está na boca de todo adolescente. E aconselha: “Meus filhos podem falar que é mico, king kong, orangotango, ou o que seja. Só vão ao Shopping sob minha vigilância, e quando vão a alguma festinha que pedem que deixem os filhos na porta da residência, não permitindo a entrada dos pais,  só as crianças, eu entro, vejo o ambiente, e se os pais do aniversariante estão presentes. Só depois disso tudo é que deixo meus filhos com tranquilidade.

Com a falta de tempo dos pais, os filhos iniciam desde cedo inversão de valores, e aprendem, o que deveria ser aprendido dos pais, com os coleguinhas mais “descolados”, mais espertos, ou com pedófilos que encontram em sites de relacionamentos. Está mais que na hora de nós, pais, despertarmos para uma dura realidade. Ou retomamos a educação dos nossos filhos, ou em breve os perderemos para as drogas e a prostituição.

Fontes: Internet e site: http://br.guiainfantil.com/disciplina/419-criancas-sem-valores.html.

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